A Marradinhas - por Carlos Branco

DATA.... 29/07/2010


16:29:40 - Pobre Justiça

Se o presidente Lula, tido como um político virtusoso por governar com deus e o diabo da política tupiniquim, por que o senador Fernando Collor - outrora diabo para Lula e hoje um de seus principais aliados - não o seria também, sobretudo quando sem disfarces vem a público com umjingle de campanha dizer que esteve e está com Lula e Dilma? Há uma contribuição significativa nesse aspecto dada por Collor ao desvalemento da político como um acerto circunstancial - esse jogo do poder pelo poder em si mesmo -, a qual está sendo barrada pela Justiça eleitoral, que acaba de impedir o alagoana de mostrar que é homem da confiança do Planalto. Pobre Justiça!

Eis a notícia,em síntese: "O senador Fernando Collor (PTB), candidato ao governo de Alagoas, foi impedido de divulgar jingle de campanha no qual são citados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. No dia 21 de julho, foi concedida decisão liminar autorizando Collor a utilizar o jingle, mas nesta quarta-feira (28) a Justiça Eleitoral proibiu a divulgação do jingle.


16:17:55 - Mais artigo

Agora, como anunciamos há pouco, no espaço PENSANDO BEM, do nosso articulista Osíris Silva, sintonizado com o perfil do eleitor brasileiro, segundo descrição feita pelo TSE. Eis um trechin: "(...)O Brasil hoje é outro e disso tem de cuidar. Entretanto, ainda carrega sobre os ombros a vergonhosa cifra de 10% de analfabetos relativamente ao total de sua população, isto é, cerca de 19,5 milhões de brasileiros não sabem ler nem escrever, em pleno século XXI. O raciocínio certamente é aplicável na análise do perfil de escolaridade dos candidatos. Com efeito, embora ainda não dispondo do dado do TSE, assume-se que a representação política expressa o padrão cultural e educacional da sociedade. Logo, em torno de 1/5 dos candidatos a vereadores e a deputados, a senadores, prefeitos e a governadores sejam também constituídos de iletrados. Portanto, funcionalmente incapazes de exercer o cargo. O problema avulta ao se examinar a questão sob o ponto de vista da representação parlamentar, constituída dos cidadãos que irão aos parlamentos, como representantes do povo, elaborar as leis e fiscalizar sua aplicação por parte do Poder Executivo."

16:04:16 - Assim é a sociedade

Enviado pelo nosso articulista Osíris Silva, o qual ainda hoje estará atualizando seu espaço nesta página. Antes, vejam o que ele "pinçou" na rede para esta Coluna eletrônica. Os dizeres foram inscritos num azulejo azul: A sociedade é assim: o pobre trabalha e é explorado pelos ricos; o soldado defende os dois; o contribuinte paga pelos três; o vida mansa descansa pelos quatro; o bebum toma pelos cinco; o banqueiro se completa com os seis; o advogado engana os sete; o médico mata os oito; o coveiro enterra os nove; e, finalmente, o político vive dos dez.

15:52:37 - Artigo

Antonio Levino, articulista deste sítio, fez chegar até nós um interessante e revelador texto a respeito das relações estranhas entre o sionismo e o nazismo. Trata-se de um longo texto, por isso optamos por seguir a recomendação dele de postar o endereço http://grabois.org.br/portal/noticia.php?id_sessao=8&id_noticia=2459 onde o mesmo pode ser lido na fonte original. Boa leitura. A propósito, eisum trechin: "Antes de mais, convém distinguir judeus e movimento sionista. Os judeus são um povo, definido por um conjunto de tradições e hábitos culturais em que a religião é uma parte componente, embora não indispensável. O sionismo é um movimento político que se propôs formar uma nação a partir do povo judaico, disperso desde há muitos séculos no seio de outras sociedades; o objectivo do sionismo era separar os judeus das sociedades onde viviam e conduzir uma corrente migratória para a Palestina, acabando por fundar o Estado de Israel(...)A Organização Sionista alemã via no anti-semitismo activo dos nazis uma oportunidade de aumentar o fluxo da emigração para a Palestina; e os dirigentes do sionismo mundial aprovaram esta orientação, muitas vezes contra os protestos de activistas de base, como sucedeu na própria Palestina [18]. Logo nos primeiros dias de Abril de 1933, mais de oito anos antes de as autoridades do Reich terem tornado obrigatório o porte da estrela amarela pela população judaica, já um artigo assinado pelo chefe de redacção do semanário sionista alemão apelara para que os judeus tomassem eles próprios esta iniciativa, mostrando a vontade de se excluírem da sociedade germânica [19]. Para que progredisse o estabelecimento na Palestina era indispensável que os judeus da diáspora se sentissem renegados pelos países onde haviam nascido, e assim o mesmo processo que permitiu aos hitlerianos a destruição gradual dos judeus possibilitou que os sionistas derrotassem os seus rivais assimilacionistas. «Desde o início que a direcção sionista se recusara de facto a opor-se à ideologia de expulsão defendida pelos nazis», escreveu um historiador judaico, acrescentando que esta atitude fornecia «uma indicação aos nazis de que os próprios judeus se dispunham a organizar a expulsão deles mesmos». A conclusão só podia ser uma. «Os dirigentes nazis […] constataram com alegria o facto de os sionistas aceitarem a expulsão dos judeus» [20]. E não se tratava de uma expulsão qualquer, mas unicamente da concentração dos fugitivos na Palestina. A lógica da implantação de uma soberania judaica na Palestina apresentava-se como o reverso da lógica nacional-socialista de perseguição dos judeus."

15:02:55 - Branquinho e concurso

No dia em que a Justiça Federal determinou a prisão do juiz do trabalho, o tal Branquinho, por seu suposto envolvimento com prostituição de menores - juro que eu não tenho a ver com ele, nem ele comigo -, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região constituiu a Comissão do Concurso C 073 para provimento de seis cargos vagos de juiz do Trabalho Substituto, conforme o disposto na Resolução nº 75 do Conselho Nacional de Justiça. A comissão está constituída na forma do artigo 4º da Resolução Administrativa nº 907/2002/TST, dos seguintes membros: Presidente: desembargadora federal Luíza Maria de Pompei Falabela Veiga, presidente do TRT da 11ª Região; Suplente: desembargadora federal Valdenyra Farias Thomé, vice-presidente do Regional; Membro Titular: desembargadora federal do TRT da 11ª Região Solange Maria Santiago Morais, diretora-geral da Escola Judicial do TRT da 11ª Região; Suplente: desembargador federal do TRT da 11ª Região David Alves de Mello Júnior; Membro Titular Natasja Deschoolmeester, representante da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Amazonas; Suplente: Francisco Adonias Filho, da OAB-AM. De acordo com a Resolução Administrativa nº 076/2010, em seu artigo 1º, foi autorizada a abertura do Concurso Público de provas e títulos C 073 para provimento de cargos de Juiz do Trabalho Substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, destinado ao preenchimento de seis vagas existentes no Quadro de Juízes do Regional e de outras que venham ocorrer durante o certame.
 

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