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"Então,
quando nasci me deram o nome de Carlos José Sales da Silva.
Como era bem clarinho, logo recebi a alcunha de Branco. Por
muito tempo me chamaram apenas de Branco. Outras vezes,
Quintino, McEnrou e Greg. Mas o que vingou mesmo foi o Branco
ao qual depois juntei o Carlos. Daí porque é assim que os
que me conhecem me chamam.
Venho de BeCê, mais conhecida como Benjamin Constant, uma
cidadezinha ali no extremo Oeste do Estado do Amazonas, onde
vivi um tempão. No começo dos anos 90 mudei-me para Manaus,
onde moro atualmente. Formado no curso de Comunicação Social
pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e pós-graduado
por esta mesma instituição, optei por jornalismo e não me
envergonho de dizer que, como repórter, sou um simples
dublê. É isso.
Isso de montar e atualizar uma page encarei
numa outra perspectiva: fazer o que chamo de o outro
jornalismo, a outra literatura. Aliás, nos dois casos, sob o
signo do que resolvi denominar Literatura de Rascunho,
partindo do princípio de que são rascunhos o que fiz e
continuo fazendo nesses dois campos literários. É isso. O
resto é aquilo-sei-lá-o-quê".
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